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Para pessoas criativas

fevereiro 9, 2011 3 comentários

A alguns dias atrás, quando estava pesquisando displays para ponto de venda para um trabalho que eu estava fazendo aqui na agência, encontrei sem querer o site da Smuzi. Me chamou a atenção a variedade e originalidade de suas criações e pensei em trazer um pouquinho da marca para o Objeteria, para compartilhar com vocês minha descoberta. Afinal, o slogan da Smuzi é “Design para pessoas criativas”. Ou seja…


Entrei em contato com a Brenda [muito atenciosa] e ela me falou um pouquinho a mais sobre o trabalho da empresa. Querem ver?
A Smuzi nasceu na Itália e foi fundada pelo artista Mário Troise. O objetivo da Smuzi é criar produtos simples, práticos e maravilhosos para quem está cansado do convencional. Ser “cool” ou “na moda” significa seguir tendências, não criá-las. Nossos artistas não se preocupam tanto com o que está na moda e sim com formas de criar produtos originais. Esta é a ideologia por trás do nosso slogan.


Nosso principal escritório está em São Paulo. Aqui temos um centro de distribuição, estúdio, estoques, etc.O outro centro fica em Wisconsin, nos Estados Unidos. E temos também uma central na China que cuida dos produtos feitos na Ásia. Aqui está um mapinha:

Alguns designers são Brasileiros, mas a maioria é de outros países.
Todos os nossos produtos são feitos com o consumidor final em mente. Criamos sempre pensando na utilidade do produto, no valor que podemos agregar e de quais formas podemos melhorar o design dos objetos. Os produtos são vendidos para empresas grandes e pequenas, distribuidoras, verejistas e consumidores.
A Smuzi cria produtos mas também representa outras marcas no Brasil. Esse é o caso de alguns produtos do site que são importados da Europa e Estados Unidos.
Vendemos os produtos direto no Smuzi Shop mas temos lojas autorizadas. No Brasil estamos cadastrando novas lojas autorizadas em todos os estados.”


Gostou do que viu? Conte aí…

Sacolas de Papel

Ontem tive uma agradável surpresa. Fui às compras em um mercado, desses de bairro, aqui em Joinville, e me deparei com isso: sacolas de papel! Fiquei tão feliz que resolvi compartilhar aqui no blog.

O mercado em questão, é um desses mercados modernos de bairro, nada a ver com aquele monte de gôndolas abarrotadas de coisas, empoeiradas, ambiente escuro, corredor estreito… ele tem um espírito jovem e moderno, é uma versão em miniatura dos supers tradicionais. E ele nem fica no meu bairro, fica num bairro vizinho. Mas de tão bonitinho, rápido e bem organizado, preferimos muitas vezes fazer pequenas compras lá do que pegar o cansativo esquema: achar vaga no estacionamento, bater perna, dar voltas e mais voltas para achar o que se quer, enfrentar fila no caixa, tentar achar o carro no estacionamento e só então voltar pra casa.

E agora me agradou ainda mais com essas simpáticas e ecológicas sacolas de papel. A moça do caixa me disse que elas ainda estão em fase de testes. Mas eu torço para que elas continuem.

Para os que vão gritar: “o que adianta matar árvores para fazer sacolas??” eu já adianto, pesquisei a empresa que fabrica a sacola e eles confirmam que a madeira é de reflestamento, de pinus.

E aí eu me pergunto: o mercadinho de bairro pode fazer sacolinhas de papel para distribuir na hora da compra, por que as grandes redes de supermercados não podem?

Só para expressar minha opinião, quem já leu o post que eu falei sobre o universo inatingível das sacolas retornáveis sabe, ainda sou defensora das sacolinhas retornáveis, que são muito mais a favor do meio ambiente, mas isso é uma atitude muito mais do consumidor do que do supermercado. Enfim, sacolas de papel já são um grande avanço para minha cidade. Parabéns pela atitude!

Top Designers #3: Clifford Richards

Clifford Richards

Hoje descobri um novo designer, novo para mim, mas nem tão novo para a humanidade. Clifford Richards fez sucesso nos anos 60 e 70 como ícone no design gráfico de brinquedos e caixas de papel na Grã-Bretanha.

Estudou ilustração na South East Essex School of Art. E iniciou sua carreira como diretor de arte da SH Benson. Mais tarde trabalhou numa pequena agencia chamada Connell May & Stevenson, onde desenvolveu seus primeiros produtos de papel cartão: um conjunto de caixas de presentes para a Bloomingdale’s de Nova York e uma coleção de animais feitos de papel. Totalmente inovadores, esses produtos traduziam o estilo dos anos sessenta e se destacaram por sua originalidade e simpatia. Por esse sucesso, ele deixou a agência e se concentrou no desenvolvimento de novos produtos e projetos de design gráfico com papel de forma autônoma.

Slotzoo - coruja, panda e gato da série de animais decorativos de papel - um dos primeiros trabalhos

Caixas de presente para a Bloomingdales de NY.

Caixas de presente, pré-montadas com encaixe e sem cola, em silk screen.

Entre seus produtos mais famosos se destaca a coleção de caixas de papel com motivos Pop ultra coloridos que virou um must-have instantâneo, eles eram perfeitos para a época:  divertidos, modernos, e um meio barato e rápido para embrulhar presentes. Em pouco tempo, as caixas se espalharam pela Grã-Bretanha e posteriormente, por toda a Europa.

Brinquedos de Papelão auto-montado para a Polypops

Além das caixas de presente, sua série de animais e outros kits de personagens em papelão decolaram em tempo para o Natal de 1967 e mantiveram-se popular na década de 1970. Uma série de brinquedos de papelão auto-montado saiu paralelamente para a Polypops, uma empresa de brinquedos infantis de papelão.

Noah’s Ark Poster

Outro trabalho bastante famoso é seu poster da Arca de Noé que decorou muitos quartos infantis no começo dos anos 70.

Robot Mug para a Graham and Green Kitchen e Big Tomato Company

Clifford Richards, hoje aos 75 anos, continua trabalhando para empresas como Big Tomato Company, Graham & Green e Original Metal Box Company (espero que sim, pois a última notícia que encontrei dele foi de 2008). Além disso, teve seus produtos adquiridos pela Victoria & Albert Museum para sua coleção permanente (Museum of Childhood), em Londres.

Clifford Richards é um dos grandes expoentes do design gráfico inglês. Muito do que temos hoje em termos de caixas de presente, paper toys e displays divesos podem ser considerados heranças desse designer que lançou tendências e influenciou gerações, como a minha e a sua, mesmo sem nunca termos ouvido falar dele antes, não é?

Via Word of Kane

Dreamball

janeiro 14, 2010 Deixe um comentário

Projeto de embalagem de suprimento feito pela Unplug Design, da África do Sul. A intenção é que as embalagens de produtos de ajuda humanitária enviado às comunidades carentes seja feito com material reciclado e com essa faca especial, de forma que, após seu uso, essas embalagens possam ser recortadas e transformadas em bolas de futebol para crianças do terceiro mundo.

O projeto foi inspirado naquelas famosas bolas feitas pelas próprias crianças, recheadas de papel e cobertas com pedaços de plástico ou folhas de palmeiras.

Segundo os criadores, uma vez montada, a bola pode ser recheada com papel ou plástico, da mesma forma, contudo, oferece as crianças carentes, sua própria bola de futebol, trazendo-lhes esperança e momentos de alegria.

A intensão é nobre e o material apropriado.

Via Lovely Package.

Calendário 2010

dezembro 16, 2009 Deixe um comentário

Calendário da Studio 8 para a Fedrigoni, de Londres. Fedrigoni é uma indústria de papel, e logicamente, o papel usado para fazer o calendário é uma das linhas de papéis fabricados pela indústria. Assim fica fácil, né?

Foi inspirado nas folhinhas de post-it, mas cortado a laser e usado de forma inovadora para um calendário de mesa.

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