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Coisas da vida que virá

Hoje me deparei com um novo blog, que eu adorei conhecer, é o blog da Ana Sinhana, que não só escreve coisas muito interessantes, como também faz pinguins de geladeira que são uma graça .

Li um post dela, que além de ser divertido, me identifiquei muitíssimo, pois é exatamente assim que almejo minha velhice (se eu chegar lá…rs) Eis o que ela diz:

“Há uns dias, estive num evento que me surpreendeu de forma surpreendente. E a redundância é proposital, pra mostrar que a surpresa foi além da conta. Nunca vi tantas senhorinhas de bengala aparecerem todas juntas num mesmo lugar!

E, surpresas à parte, eu e minha amiga mais criançona (que, aliás, faz toys nas horas vagas), começamos a divagar sobre nossa própria velhice enquanto observávamos as meninas da melhor idade. E tomamos algumas decisões importantes.

Primeiro, seremos velhinhas modernosas e bacanas. Nada de conjuntinhos de jérsei, nem blusa de javanesa florida em composê com a calça. E não vamos abandonar os nossos all star brancos nunca (já falei que amo de paixão all star branco?), nem mesmo sabendo que as sapatilhas preferidas das nossas mães (curiosamente chamadas Moleka) é macia, confortável e perfeita para pés cansados de guerra.

Também não deixaremos as madeixas brancas. Eu, desde sempre aviso que terei os cabelinhos curtos e roxinhos de rinsagem, já que não tenho coragem de fazer nenhuma grande loucura capilar por agora. Deixarei os desatinos pra velhice.

E, claro, rimos um monte de outras bobagens, como: morar numa república de vovós no Copan, fazer raves da terceira idade, dar aula de yoga na praça da República (a Paty se encarregará disso), usar bengalinha com caveira na ponta, vender porta-dentadura handmade…

Mas, brincadeiras de lado, cheguei à conclusão de que também sou criançona e espero que isso não seja um dilema no futuro. Adoro coisas engraçadas, que agucem o lado lúdico e colorido da vida. Me diverto a valer vendo desenho animado, comprando livros infantis e brinquedos. Sim, brinquedos. Ainda que a minha mania de Blythes tenha arrefecido um pouco, vez ou outra pego minha Manon (um doll linda, um dia eu mostro) e troco a roupinha, só pra lembrar de brincar.

Hoje ainda tenho a desculpa de ter filho pequeno e posso me divertir à vontade, sem dar bola para o julgamentos dos adultos chatos. Mas como será na hora em que eu me tornar uma old kidult? Será que isso passa?
Será que trocarei as coisas cute e coloridas por lenços de seda estampados?
Sei lá. Mas me agarro firmemente na possibilidade de ser uma vovó descolada, com netos idem que me acompanhem em todos os lançamentos da Pixar.”

Para ler o post na íntegra, clique aqui.

Categorias:Handmade
  1. novembro 27, 2009 às 8:34 pm

    Que legal, Daisy!
    Hoje lembrei do seu pedido e vim aqui conferir!
    Super obrigada pelo link. Fico feliz que vc leia e goste dos meus textos!
    Bj, Ana

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